Se pudesse definir a minha vida assemelhá-la-ia a uma cascata em que a água não tem uma queda certa, melhor dizendo: os jatos de água são indefinidos pela sua pressão, pois esta varia consoante as temperaturas. Vejo a minha vida um pouco assim, impossível de controla-la. É sempre tão imprevisível, e quando falo nesse termo arrisco-me a uma falácia de generalização precipitada. Espantoso é alguém como eu dramatizar tanto, não é? A verdade, é que só me limito a escrever, maioritariamente, em momentos de queda, como a água.
A menina dos olhos grandes e verdes cresceu. Deu o seu primeiro passo, caiu, manifestou a sua primeira palavra, criou laços de amizade, deu o seu primeiro beijo, teve o seu primeiro namorado, perdeu quem amou, ganhou pelo que lutou, chorou por incontáveis vezes e sorriu por eternos momentos. Agora, parada fixa, na folha que cai ao sabor do vento que levanta e abana os meus cabelos castanhos e me deixa nostálgica, penso e revivo o que atravessei para me tornar na pessoa que hoje sou. Por: Patrícia Alves
nem sabem o quão importante foi ter-vos ao meu lado todos estes dias de mais sofrimento. às vezes em momentos de tanta dor, vemos os bons amigos que temos. Os vossos abraços, os apertos de mão, as vossas atenciosas e cuidadosas palavras, o vosso amor... agradeço do fundo do meu coração. ficarei sempre em divida convosco, mas tentarei fazer de tudo para que ela diminua retribuindo-vos com o mesmo carinho, com igual atenção. Obrigada por tudo meus amigos *-*
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