Percorro todas as soberbas paisagens sem saber qual o rumo autêntico. Estava mesmo persuadida de que era agora que iria todos os dias ser capaz de sorrir para todos impedimentos que surgiam no meu trilho… Até que algo de desconhecido se transpôs e tudo alterou… Tanta frieza nunca vista... Nem te avaliava como tal… Eras tão admirável quando te conheci, quando te via… Fazias sentir-me tão radiante. Eu nem credenciava que sorria daquela forma, ou que retornaria a sentir aquele afeto tão robusto por alguém. A minha bondosa disposição contagiava toda a gente. Os sorrisos idiotas com que pernoitava quando recebia cada notícia tua… Contudo, na verdade compreendi que não valeria mesmo a pena continuar a batalhar por algo que jamais faria sentido. Afirmei que não era rapariga de desistir, mas agora, aqui, exponho a minha sincera rendição… por: Patrícia Alves
Quantas ocasiões ela o via e se sentia empolgada por ele… Só que nada conseguiria fazer, somente nasciam sorrisos e olhares enigmáticos… Subsistiram perpetuamente barreiras e mais barreiras. Tinha a expectativa que um dia algo pudesse surgir, mas a claridade fundiu com um mero passo impaciente. As emoções falaram mais alto do que a própria razão. Cada vez mais ela se sentia próxima dele, até que a paixão infestou o seu núcleo. Se ela pudesse dizer tudo o que sente. Ninguém a pode ajudar e por isso ela sente-se tão perdida, desnorteada… As esperanças são desprovidas a cada instante que passa. Porém, o amor? O amor dilata a cada milésimo que pensa nele… por: Patrícia Alves