Possuo algo que me impossibilita de idealizar, de compor… Dissipei toda a minha criatividade. Mas porque? Choro ao observar a resma de papéis brancos, as telas novas que permanecem infinitamente no meu aposento e eu… Eu fico desassossegada sem lhes conseguir entregar uma pigmentação, uma crónica. Até quando continuarei assim? Será que conquistarei tudo aquilo que anteriormente era? por: Patrícia Alves
a cascata da vida
Se pudesse definir a minha vida assemelhá-la-ia a uma cascata em que a água não tem uma queda certa, melhor dizendo: os jatos de água são indefinidos pela sua pressão, pois esta varia consoante as temperaturas. Vejo a minha vida um pouco assim, impossível de controla-la. É sempre tão imprevisível, e quando falo nesse termo arrisco-me a uma falácia de generalização precipitada. Espantoso é alguém como eu dramatizar tanto, não é? A verdade, é que só me limito a escrever, maioritariamente, em momentos de queda, como a água.
Nada do que érealmente nosso , quer seja caractristico de personalidade ou sentimentos , se desvanesse do dia para a noite .
ResponderEliminarAs parte mesmos realçadas do nosso interior tbem precisam de espaço e tempo , e aquelas que mais estimulamos aguardam por dias melhor ...
Há um crescimento continuo em tudo na nossa vida , cabe-nos a nós saber ler-nos.
Um abraço , Tita *
Peço desculpa só ter visto agora o comentário, obrigada pela força *-*
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